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ABREVIATURAS

A abreviatura é um recurso da língua escrita que consiste em representar palavras e expressões de forma reduzida. Logo abaixo, estão as abreviaturas utilizadas neste glossário:

a.C. – antes de Cristo
ACD – análise crítica do discurso
AD – análise do discurso
adj. – adjetivo
AEC – antes da Era Comum (i.e., a.C.)
Al – Bíblia Sagrada (Almeida Revista e Corrigida)
apud – (lat.) “citado por”
BP – Nova Bíblia Pastoral (2014)
d.C. – depois de Cristo
EC – Era Comum (i.e., d.C. ou Anno Domini)
e.g. – (lat. exempli gratia) “por exemplo”
fr. – francês
gr. – grego
ibid. – (lat. ibidem) “no mesmo lugar”, obra, capítulo e página
i.e. – (lat. id est) “isto é”
id. – (lat. idem) “o mesmo”, na mesma obra e autor citados anteriormente
lat. – latim
NM – Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada (2015)
p. – página/s
RA – Bíblia Sagrada (Almeida Revista e Atualizada)
s.f. – substantivo feminino
s.m. – substantivo masculino
v. – ver
verb. – verbo
vs. – verso/s

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E e

e.nun.ci.a.do [lat. enunciatu ] s.m. 1. O que foi dito; declaração. 2. Um ~ só faz sentido quando é contextualizado; seu estudo visa compreender como funciona a língua no seu uso efetivo. 3. Para Bakhtin (1986 apud FAIRCLOUGH, 2001, p. 134), “todos os enunciados, tanto na forma oral quanto na escrita, do mais breve turno numa conversa a um artigo científico ou romance, são demarcados por uma mudança de falante (ou de quem escreve) e são orientados retrospectivamente para enunciados de falantes anteriores (sejam eles turnos, artigos científicos ou romances) e prospectivamente para enunciados antecipados de falantes seguintes. Desse modo, ‘cada enunciado é um elo na cadeia da comunicação’.”

A a

a.ná.li.se [gr. análysis ] s.f. Observação minuciosa. ~ crítica do discurso (ou: ~ do discurso crítica). 1. Uma linha de estudo linguístico transdisciplinar anglo-saxão que interpreta a língua do ponto de vista discursivo e que considera a língua como uma prática social. Por isso, a língua exerce poder. Assim, a ACD vem a ser um instrumento, uma arma, em defesa das minorias. 2. Segundo Melo (2001, p. 9), “[…] se denomina assim porque tenta revestir-se de uma prática social transformadora da sociedade, dando aos analistas um relevante estatuto de interventor social por meio de seu trabalho de análise. A ACD é um estudo de oposição às estruturas e às estratégias do discurso das elites. Seus analistas são, normalmente, militantes sociais, intelectuais orgânicos que formulam propostas para exercerem ações de contrapoder e contra-ideologia a situações de opressão.” E acrescenta: “O princípio norteador da ACD sustenta-se na noção de que o discurso constitui e é constituído por práticas...

H h

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