hi.bri.dis.mo s.m. / hi.bri.da.ção (ou
hibridização) s.f. 1. É uma característica da ACD,
quando assume um caráter transdisciplinar de estudo. 2.
Segundo Canclini (2008, 19 apud OLIVEIRA, 2011, p. 16),
compreende-se como os “processos socioculturais nos quais
estruturas ou práticas discretas, que existiam de forma separada, se
combinam para gerar novas estruturas, objetos e práticas.” De
acordo com o site Enciclopædia Britannica: Schooland and Library
Subscribers, ~ é a “dissolução das rígidas barreiras
culturais entre grupos até então notados como separados; a
intermistura de várias identidades, em efeito da dissolução de
suas próprias identidades.” (ENCYCLOPÆDIA BRITANNICA/UK, 2015,
tradução nossa)
e.nun.ci.a.do [lat. enunciatu ] s.m. 1. O que foi dito; declaração. 2. Um ~ só faz sentido quando é contextualizado; seu estudo visa compreender como funciona a língua no seu uso efetivo. 3. Para Bakhtin (1986 apud FAIRCLOUGH, 2001, p. 134), “todos os enunciados, tanto na forma oral quanto na escrita, do mais breve turno numa conversa a um artigo científico ou romance, são demarcados por uma mudança de falante (ou de quem escreve) e são orientados retrospectivamente para enunciados de falantes anteriores (sejam eles turnos, artigos científicos ou romances) e prospectivamente para enunciados antecipados de falantes seguintes. Desse modo, ‘cada enunciado é um elo na cadeia da comunicação’.”
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