hi.bri.dis.mo s.m. / hi.bri.da.ção (ou
hibridização) s.f. 1. É uma característica da ACD,
quando assume um caráter transdisciplinar de estudo. 2.
Segundo Canclini (2008, 19 apud OLIVEIRA, 2011, p. 16),
compreende-se como os “processos socioculturais nos quais
estruturas ou práticas discretas, que existiam de forma separada, se
combinam para gerar novas estruturas, objetos e práticas.” De
acordo com o site Enciclopædia Britannica: Schooland and Library
Subscribers, ~ é a “dissolução das rígidas barreiras
culturais entre grupos até então notados como separados; a
intermistura de várias identidades, em efeito da dissolução de
suas próprias identidades.” (ENCYCLOPÆDIA BRITANNICA/UK, 2015,
tradução nossa)
Eu, eu mesmo… Eu, cheio de todos os cansaços Quantos o mundo pode dar. — Eu… Afinal tudo, porque tudo é eu, E até as estrelas, ao que parece, Me saíram da algibeira para deslumbrar crianças… Que crianças não sei… Eu… Imperfeito? Incógnito? Divino? Não sei… Eu… Tive um passado? Sem dúvida… Tenho um presente? Sem dúvida… Terei um futuro? Sem dúvida… A vida que pare de aqui a pouco… Mas eu, eu… Eu sou eu, Eu fico eu, Eu… Eu (CAMPOS apud SANTOS, WENDELL BATISTA/PE, 31/11/2015). Analisar um discurso poético certamente não é tão simples quanto um conto, uma crônica, narrativa ou outros gêneros, sejam eles literários ou não. Ainda estes outros gêneros exigem discernimento e bom senso de quem se arrisca a inferir (analisar também é isto, uma vez que o autor da análise levanta hipóteses ou afirmativas sobre o autor do discurso) sobre o que o autor propõe, as suas ideologias, seu espaço no tempo etc. Fernando Pessoa, além de ter escrito em se...
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